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Aluna da Uniban recebe proposta de 2 faculdades


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Geisy Arruda chora durante coletiva na tarde desta segunda-feira (9). (Foto: Rubens Cavallari/Folha Imagem)

Após o escândalo em que esteve envolvida a aluna do curso de turismo da Uniban Geisy Arruda, de 20 anos, que chegou a ser expulsa da faculdade por ir à aula com um vestido curto, duas universidades ofereceram bolsa para que a jovem concluísse seus estudos. A faculdade particular afirmou, em anúncio publicado nos jornais no domingo (8), que a aluna frequentava “as dependências da unidade em trajes inadequados, indicando uma postura incompatível com o ambiente da universidade”. Nesta segunda-feira (9), a Uniban revogou a decisão e aceitou ela de volta, para que continue os estudos no campus de São Bernardo do Campo, no ABC.  


O advogado Nehemias Domingos de Melo, que defende Geisy, contou na noite desta segunda que ficou “maravilhado” ao saber que uma universidade em Ribeirão Preto e outra em Porto Alegre abriram suas portas para a cliente dele. “Foram ofertas para estudar na área dela, com bolsa integral. Nem esperava. É uma manifestação de carinho e receptividade”, contou Melo, que não revelou o nome das instituições.  Até as 21h desta segunda, o advogado não havia recebido “oficialmente” o comunicado da Uniban de que Geisy havia sido aceita novamente entre os alunos. Ele disse que soube da notícia pela imprensa e demonstrou cautela. “Preciso que ela retorne com a garantia de segurança.” O drama de Geisy começou no dia 22 de outubro, quando ela foi à aula com um vestido rosa curto. Vídeos foram colocados na internet, mostrando os alunos hostilizando e humilhando a garota. Ela só conseguiu deixar a universidade após a chegada da polícia. Vestiu um jaleco comprido na ocasião. 

Entrevista coletiva  Melo contou que as propostas das universidades surgiram na própria tarde de segunda, logo após ele e a estudante concederem uma coletiva para a imprensa no Centro de São Paulo. Lá, sem saber da decisão da Uniban, o advogado anunciou que entraria na Justiça a fim de garantir os estudos da cliente. “Vou tentar obter uma liminar que garanta a Geisy concluir o semestre (na Uniban)”, afirmou. Neste momento, diante de uma sala pequena e lotada de jornalistas, a garota se emocionou. “Minha vontade agora é terminar o curso e me formar em turismo. Continuo a acreditar que existe Justiça neste país”, disse ela, que começou o curso em São Bernardo em fevereiro.

A jovem disse que, mesmo se conseguir terminar o semestre na Uniban, quer mudar de universidade no ano que vem. “Por medo e por minha segurança, pretendo escolher outra faculdade.”

Geisy chegou ao escritório de Melo por volta das 15h, vestindo blusa frente única vermelha e calça apertada. Questionada pelos jornalistas, voltou a dizer que não vai mudar a forma de ser e que sempre gostou de usar “calças apertadas”.  

Sindicância  A Uniban instaurou uma sindicância para apurar o caso e anunciou, junto com a expulsão de Geisy, a suspensão de um grupo de alunos. O advogado da estudante criticou a forma como a instituição de ensino fez a investigação. 

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Geisy Arruda chega à coletiva com blusa frente única vermelha e calça. (Foto: Carolina Iskandarian/G1)

“Essa sindicância foi unilateral. Não sei o que consta dela (a defesa da jovem diz que não teve acesso às informações), que pessoas foram ouvidas. A Geisy foi julgada sumariamente e não teve direito à ampla defesa”, afirmou Melo. A estudante negou que tenha sido “alertada” pela direção da instituição sobre seu suposto comportamento irregular, como a Uniban informa na nota publicada na imprensa. “Ninguém nunca falou da minha forma de vestir. Se tivessem me barrado alguma vez, eu teria, humildemente, voltado para casa.”Histórico O G1 revelouo caso no dia 29 de outubro.  Nesta segunda, a Polícia Civil de São Bernardo do Campo abriu inquérito para apurar o caso, que ficará com a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). De acordo com a defesa de Geisy, serão investigados sete crimes: difamação, injúria, ameaça, constrangimento ilegal, cárcere privado (a garota ficou em uma sala até a PM chegar), incitação ao crime e ato obsceno dos alunos. Polêmica A expulsão de Geisy causou polêmica dentro e fora da universidade. O Ministério da Educação abriu um processo de supervisão para analisar a conduta da Uniban e verificar se Geisy teve direito a ampla defesa. A universidade terá 10 dias para se pronunciar. O caso repercutiu até na mídia internacional. Os jornais “The Guardian” e “New York Times” publicaram notas reproduzidas da agência Associated Press (AP) sobre o assunto. 

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Fonte: G1.com.br

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‘Estou muito perdida”, diz aluna expulsa pela Uniban


A estudante de turismo Geisy Villa Nova Arruda disse nesta segunda-feira (9) estar muito abalada com a notícia de que foi expulsa da Universidade Bandeirante (Uniban). A jovem foi hostilizada no dia 22 de outubro após usar um vestido curto dentro do campus de São Bernardo do Campo, no ABC. Cerca de 10 jovens envolvidos na confusão foram suspensos pela universidade.

Veja o site do Jornal Hoje “Tudo o que eu mais queria era voltar a estudar. Eu perdi todos os meses que meu pai pagou com muito sacrifício. O meu ano na faculdade foi todo para o lixo. Eu perdi tudo, eu estou muito perdida, muito abalada, é muita pressão de todos os lados”, disse a aluna em entrevista ao Jornal Hoje. “Eu nunca imaginei que fosse acontecer comigo, realmente foi uma grande injustiça, foi uma grande maldade, porque eu fui a vítima. Isso não vai ficar assim”, afirmou Geisy, que ressaltou que o vestido usado no dia da confusão não era novidade na universidade.

“Eu sempre me vesti de uma forma que me sentia bem, que não ofendesse ninguém, sempre fui desse jeito. De forma alguma ninguém nunca me recriminou, nem falou que eu não poderia ir”, disse a estudante.  Ela reclamou também da repercussão do caso e dos vídeos publicados na internet. “Eu fui humilhada não só dentro da faculdade, mas o Brasil inteiro viu os meus vídeos. Tentaram colocar celulares dentro das minhas pernas, dentro do meu vestido, isso não pode acontecer com uma mulher, comigo nem mais com ninguém”.

Na manhã desta segunda, a expulsão de Geisy era o principal assunto na universidade. O assunto dividiu as opiniões dos outros estudantes. A maior parte dos alunos ouvidos pelo G1 concorda que a atitude da jovem – que teve que ser escoltada pela Polícia Militar após ir à aula com um vestido curto – foi exagerada. A expulsão, entretanto, é motivo de polêmica.  Também na manhã desta segunda, era possível ver uma pichaçãoem um dos muros do campus da universidade em São Bernardo do Campo. Segundo alunos, a inscrição ‘Faculdade preconceito’ não estava no muro até o fim da semana passada. Justificativa A Uniban anunciou a expulsão da estudante no fim de semana, com a publicação de anúncios publicitários em jornais de São Paulo. O advogado da universidade justificou a expulsão de Geisy dizendo que ela provocou os alunos. “Não é a vestimenta. É a atitude da aluna Geisy, como, por exemplo, ao subir ter parado no meio do percurso e levantado a saia”, afirmou o assessor jurídico da instituição, Décio Lencioni Machado.

Segundo o defensor da jovem, o advogado Nehemias Domigos de Melo, a sindicância interna aberta pela faculdade não foi correta. “Isso é um procedimento legítimo, que visa identificar envolvidos na agressão. No caso, eles mudaram e transformaram a vítima em réu”, afirmou ao G1 na manhã desta segunda. Ele acrescentou que deve recorrer da decisão da faculdade.

No domingo (8), a União Nacional do Estudantes (UNE) divulgou comunicado repudiando a decisão da Uniban. “Essa história absurda teve um desfecho ainda mais esdrúxulo”, informou a união. Na nota, a entidade exige que “a matrícula da estudante seja mantida, que a universidade se retrate publicamente e que todos os agressores sejam julgados e condenados não somente pela instituição, a Uniban, mas também pela Justiça brasileira”.

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Fonte: G1.com.br

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Receita abre consultas ao maior lote de IR da história


A Secretaria da Receita Federal abre nesta segunda-feira (9), a partir das 9h, as consultas ao sexto lote do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2009, ano-base 2008. Segundo informações do órgão, este lote contempla 2,12 milhões de contribuintes, pagando R$ 1,96 bilhão em restituições. É o maior lote de devolução do Imposto de Renda de toda a série histórica da Receita Federal, que tem início em julho de 2002. 

 As consultas poderão ser feitas por meio da página do órgão na internet, ou pelo telefone 146. Apesar de as consultas serem abertas na segunda-feira, os valores estarão disponíveis para saques somente em 16 de novembro.

Lentidão nas restituições A notícia de que a Receita Federal está liberando um lote grande de restituições do Imposto de Renda em novembro acontece após o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ter confirmado, no início do mês passado, que a Receita Federal estava mais lenta em restituir a devolução do Imposto de Renda da pessoa física neste ano – por conta da crise financeira internacional. Posteriormente, ele determinou à Receita Federal liberação de IR até o final do ano.

Lotes já pagos do IR 2009 As restituições do Imposto de Renda Pessoa Física são pagas em sete lotes mensais, entre junho e dezembro de cada ano, geralmente por volta do dia 15.

No primeiro lote do IR de 2009, que saiu em junho, a Receita pagou restituições a 1,26 milhão de contribuintes, sendo 1,07 milhão de idosos, com valor total de R$ 1,53 bilhão. Já em julho, no segundo lote do IR 2009, 1,48 milhão de contribuintes receberam restituições, no montante de R$ 1,82 bilhão. Em agosto, foram pagos R$ 650 milhões em restituições a 620 mil contribuintes. Em setembro, foram pagas restituições a 376,5 mil contribuintes, no valor de R$ 386 milhões. Em outubro, 1,17 milhão de contribuintes tiveram restituição, no valor de R$ 1,11 bilhão.

Lote de 2008 Além de abrir as consultas ao sexto lote do IR 2009, a Receita Federal informou que, na próxima segunda-feira, também poderão ser feitas consultas sobre o Imposto de Renda 2008, ano-base 2007.

Neste caso, trata-se de um lote residual, ou seja, de contribuintes que caíram na malha fina do Fisco. No lote residual do IR de 2008, segundo a Receita Federal, as restituições totalizam R$ 32,2 milhões, com correção de 17,46%. Foram contemplados 12,5 mil contribuintes com restituição.  Leia mais

Fonte: G1.com.br

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Aluna hostilizada por usar minivestido é expulsa


 A Universidade Bandeirante (Uniban) publicou anúncio nas edições deste domingo (8) de alguns dos principais jornais de São Paulo informando que a aluna do curso de turismo Geysi Villa Nova Arruda foi desligada “do quadro discente da instituição, em razão do flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade”. Contactado pela produção do Jornal das Dez, da Globo News, o assessor jurídico da Uniban, Décio Lecioni Machado, disse que o vestido curto que Geysi usava no dia da confusão não motivou a expulsão. Segundo ele, foram gestos e atitudes que a aluna já manifestava “há tempos” que provocaram o tumulto e, consequentemente, o desligamento da universidade. Apesar da afirmação, o assessor jurídico não quis entrar em detalhes sobre que tipo de gestos e atitudes seriam esses, suficientes para justificar a expulsão.

Ao G1 , por telefone, Geysi afirmou na noite deste sábado (7) que nem ela e nem seus advogados foram notificados da decisão da universidade até o momento. “Primeiro quero ter certeza que isso é verdade. Se isso for confirmado, alguma coisa tem de ser feita”, declarou. A Uniban informou que já tentou notificar a estudante, mas ainda não conseguiu.    De acordo com o anúncio, a Uniban afirma que a decisão é “o resultado da sindicância no campus de São Bernardo do Campo sobre o episódio ocorrido no dia 22 de outubro, fartamente exibido na internet e divulgado pelos veículos de comunicação”. O informe publicitário diz que “foi apurado que a aluna tem frequentado as dependências da unidade em trajes inadequados, indicando uma postura incompatível com o ambiente da universidade e, apesar de alertada, não modificou seu comportamento”. Depois de elencar uma série de fatos relacionados ao ocorrido do dia 22, o informe considera que “foi constatado que a atitude provocativa da aluna buscou chamar a atenção para si por conta de gestos e modos de se expressar, o que resultou numa reação coletiva de defesa do ambiente escolar”. Além disso, diz que “a aluna demonstrou um comportamento instável, que oscilava entre a euforia e o desinteresse e estava acompanhada de dois advogados e uma estagiária vinculados a uma rede de televisão” em seu depoimento na sindicância. Além de anunciar a expulsão de Geysi, a Uniban decidiu “suspender das atividades acadêmicas, temporariamente, os alunos envolvidos e devidamente identificados no incidente ocorrido no dia 22″. No entanto, o anúncio não informa quantos alunos foram afastados e nem os seus nomes. Geysi afirmou que está sem entender o que está acontecendo. “A faculdade não falou nada para mim e para os meus advogados. Estou lendo na internet e não estou acreditando”, disse ao G1 . Ela disse que participou da sindicância, das 14h às 20h, na quarta-feira (4) e que foi “bombardeada de perguntas”. “Eles estavam mais preocupados com possíveis erros em relação ao que eu falava do que em apurar quem participou daquele xingamento todo. Eu saí de lá chorando”, relatou. Segundo ela, na sindicância teria ficado acordado que ela voltaria às aulas nesta segunda-feira (9). “Um segurança estaria me esperando na portaria e me levaria até a sala e eu não iria divulgar nada para a imprensa. Agora não sei mais o que pensar”, contou. Aos poucos, sua indignação foi crescendo com a notícia. Para ela, se os alunos ficarem impunes novas agressões deverão se repetir no campus da Uniban. “É um absurdo isso, é uma falta de respeito. É uma injustiça. Eles vão fazer de novo, de novo e de novo, assim como agrediram aquela moça e atacaram o carro dela, porque ninguém pune. Foi uma maldade o que fizeram. Alguém vai ter de fazer alguma coisa”, finalizou, inconformada.  De acordo com assessor jurídico da Uniban, a decisão foi tomada depois que a universidade ouviu a opinião de alunos, professores e funcionários sobre a estudante.  Leia mais

Fonte: G1.com.br

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Com calor de 39,3ºC, Rio tem dia de praias lotadas



Banhistas aproveitam dia de calor e lotam a praia de Ipanema, na Zona Sul do Rio, nesta sexta (Foto: Fábio Motta/Agência Estado)

Em plena sexta-feira (6) de primavera, o Rio teve um dia de praias lotadas como nos fins de semana de verão. A temperatura máxima foi de 39,3ºC na Praça Mauá, na Zona Portuária da cidade, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O calor vai continuar no fim de semana. Segundo o Inmet, a previsão é de máxima de 36º para o sábado (7) e 35º, no domingo (8).  E para quem planeja se refrescar nas praias, uma boa notícia: a maioria delas está recomendada para o banho neste fim de semana. A informação é do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), órgão da Secretaria de Estado do Ambiente responsável pelo monitoramento microbiológico das águas. 

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Fonte: G1.com.br

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Menino morre em partida de futebol society em SC


Um adolescente de 12 anos morreu, na tarde desta quinta-feira (5), em Joinville (SC), após passar mal durante uma gincana. Ele disputou uma partida de futebol society na escola Bom Jesus. João Davi Akrouche teve um mal súbito ao deixar o campo dar lugar a outro jogador.

O menino recebeu os primeiros-socorros de professores, foi reanimado. Em seguida, foi atendido pelo Samu, quando sofreu a segunda parada cardiorrespiratória. Segundo a polícia, o menino morreu em um hospital da cidade. As causas da morte do garoto ainda não foram divulgadas pelos legistas. Os alunos da escola não terão aula nesta sexta-feira (6). Segundo o diretor-geral da Associação Educacional Luterana Bom Jesus, Tito Lívio Lermen, a unidade está em luto. * (Com informações do jornal A Notícia) Leia mais

Fonte: G1.com.br

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Celular para bala e salva jovem de 23 anos no PR


Ampliar FotoFoto: Divulgação/Agência Estadual de Notícias

Disparo acertou em celular, que estava na bolsa da vítima (Foto: Divulgação/Agência Estadual de Notícias)

Uma jovem de 23 anos quase foi baleada durante uma confusão que ocorreu em um bar de Curitiba, na segunda-feira (2). O tiro atingiu o celular dela, que estava dentro da bolsa, e ela foi salva. “Nem vi a pessoa atirando. Eu me joguei no chão e só depois percebi que uma bala atingiu minha bolsa”, disse a moça ao G1 . Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Paraná, um rapaz de 26 anos brigou com um segurança da casa, quando tentava sair levando uma cerveja. Depois, ele voltou armado e atirou contra o bar. Uma pessoa morreu e quatro ficaram feridas. A câmera de segurança registrou o ataque. Um suspeito foi preso. A garota disse que estava conversando com amigos quando ouviu os disparos. Todos se jogaram no chão. Uma amiga dela teve ferimentos na perna, no pé e no braço.  ”Quando os tiros pararam, nós ainda esperamos para ver se não começava tudo de novo. Minha amiga começou a me puxar e vi que ela estava ferida. Depois que chegou a ambulância, fui procurar o celular para pedir ajuda e vi que minha bolsa tinha sido atingida”, contou. A bala ficou dentro da bolsa e ainda está com ela. “Vou levar para a polícia.” Na segunda-feira, a vítima disse que “nem conseguia falar”. Ela tomou calmantes e deve ter ajuda de psicólogos para lidar com o susto. “Se não tivesse a bolsa, o tiro ia ser fatal”, comentou. Leia mais

Fonte: G1.com.br

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Ex de Collor diz que vive pior momento de sua vida


Rosane Malta acusa Collor de ter “confiscado” suas joias e briga para ter direito à metade do patrimônio do ex-marido

Em setembro de 2006, quando Fernando Collor de Mello ainda ensaiava em Alagoas o seu retorno à cena política, o telefone tocou na mansão do bairro Murilópolis, em Maceió. Do outro lado da linha, uma voz ameaçava de morte a ex-primeira-dama do país e ex-senhora Collor.

- Eu ia para o lançamento do CD evangélico de Cecília de Arapiraca. A pessoa dizia que se fosse ao evento, eu não voltaria – relembra hoje, aos 45 anos, Rosane Brandão Malta.

Separada há quatro anos e meio do senador pelo PTB, ela não se intimidou. O recado, dado sabe-se lá por quem, foi enviado durante a campanha de 28 dias do ex-marido ao Senado. Na época, Rosane tinha con-firmado aos jornais declarações da ex-mãe de santo Cecília de Arapiraca de que o ex-presidente participava de rituais macabros.

- Se disser que não tenho medo de morrer,estaria mentindo. Acredito que Deus me ama e não vai permitir que nada de mal me aconteça, mas que sou um arquivo vivo, eu sou. Eu já disse na Justiça que qualquer coisa que acontecer com a minha vida, a responsabilidade é dele – acrescenta, se referindo ao ex-presidente da República, com quem foi casada por quase 22 anos.

Às voltas com ação na 27ª Vara de Família de Alagoas para receber – segundo o seu advogado Joathas Lins de Albuquerque – R$ 334.950 referentes a pensões atrasadas, Rosane briga na Justiça para ter direito à metade do patrimônio do ex-marido. A disputa é difícil já que assinou, quando se casou, pacto abrindo mão de todos os bens do mandachuva da Organização Arnon de Mello – um grupo que inclui uma TV, um jornal, um site de notícias, uma gráfica e quatro rádios. Atualmente, Rosane recebe de Collor pensão de R$ 13 mil, um terço do que ganhava na época em que Paulo César Farias dizia que “madame estava gastando demais”. O senador ainda paga o salário de quatro funcionários da mansão de Murilópolis, comprada logo após o casal deixar o Palácio dos Martírios, então sede do governo de Alagoas. Rosane dirige o próprio carro, um Fiesta 2007, vai a supermercado e paga as contas. Viagens? Só perto de Maceió. Não, ela não esquia mais em Courchevel, nos Alpes franceses. Na casa, decorada com tapetes persas e porcelanas vindas de Miami, restam apenas os livros do ex-marido. Retrato do casal à mostra, só um. Rosane ainda tem no armário roupas de estilistas europeus, mas acusa Collor de ter lhe “confiscado” joias e malas da grife Louis Vuitton.

- Tive um grande amor que foi o Fernando. Nunca imaginei que fosse terminar assim – diz, acrescentando que seu marido saiu de casa dizendo aos empregados que ia a Recife e nunca mais voltou. Depois, ela viu a foto dele em jornais com a atual mulher, Caroline Medeiros,com quem Collor teve duas filhas.

Em entrevista ao EXTRA, quase 20 anos após a primeira eleição presidencial direta depois da ditadura, Rosane relembra a vitória de Collor em 1989, fala sobre o impeachment e PC Farias.

Procurado pelo EXTRA ao tomar posse na Academia Alagoana de Letras, no dia 23, Fernando Collor não quis se manifestar sobre as declarações de Rosane ou qualquer outro assunto.

Medo de morrer
“Se disser que não tenho medo de morrer, estaria mentindo. Acredito que Deus me ama e não vai permitir que nada de mal me aconteça, mas que sou um arquivo vivo, eu sou. Presenciei fatos que o Fernando não gostaria que viessem à tona. Eu já disse na Justiça que qualquer coisa que acontecer com a minha vida, a responsabilidade é dele”.

O fim do casamento
“Quando acontece uma separação, é porque o relacionamento não estava bem. Agora, foi ele (Collor) quem se separou, saiu de casa. Descobri que ele estava com outra pessoa (Caroline Medeiros), que reconstruiu sua vida. Acredito que o amor acabou”.

Foi ali e não voltou
“Fui para São Paulo, passar dois ou três dias. Ele até ia se encontrar comigo, mas a gente acabou discutindo por telefone. Eu disse: “A gente tá discutindo muito, é melhor você ficar aí”. Mas a Beth Szafir (amiga de Rosane, sogra da apresentadora Xuxa) me disse para eu fazer uma surpresa ao Fernando. Eu fiz. Cheguei aqui e ele já não estava mais, tinha deixado um recado que tinha ido para Recife passar o fim de semana, mas que voltaria. Não voltou”.

“Traição” pelos jornais
“Você vê aquilo tudo que você tinha construído, minha casa de São Paulo, tudo sendo invadido por outra pessoa. Isso sem você saber quando e por que, porque fiquei sabendo através dos jornais. Eu ainda estava casada com ele, nem sabia que já estava separada”.

Vida digna
“Ele construiu uma nova vida, que Jesus abençoe, que seja muito feliz. Agora, quero também que ele me dê o direito de ter vida digna, vida decente. Que possa ter o meu carro para andar, minha casa, que possa também usufruir daquilo que nós construímos ao longo de 22 anos. Não tenho hoje absolutamente nada. Tem um carro (Hyundai) que está em Brasília. Descobri, agora, que estava em meu nome”.

Pior do que impeachmen
“No impeachment, nós perdemos um cargo. Mas, agora, foi a minha vida. Estava debilitada, frágil, tinha perdido a minha mãe (em maio de 2004). Imagina você chegar em casa e não encontrar mais o seu marido? Em quatro anos e meio, nunca ter falado com ele ao telefone, nunca ter tido um contato com ele? Então, isso é o que mais me dói. Essa interrogação, por que tudo isso? Ninguém é obrigado a viver com ninguém. As pessoas têm o direito de ser felizes, mas elas têm de ser leais, íntegras”.

Restituição
“Fui guerreira, amiga e companheira nos momentos mais difíceis da vida dele. Quando o Fernando ficou numa situação difícil, que não tínhamos dinheiro para nada, porque estava tudo confiscado, estava do lado dele. Então, acho que ele tem que ser justo. E como ele pode ser justo? Me devolvendo, restituindo aquilo que é meu por direito. Creio que Deus vai tocar no coração dele e ele vai chegar a um acordo,para que possa viver em paz e eu também”.

Danos morais
“Fernando pediu a minha mão em casamento a meu pai. Renunciei a muitas coisas, deixei de assumir a minha profissão. Eu sou formada em administração de empresas. Não pude exercer, tinha que viajar com ele o tempo todo. Ele era o político. Vou fazer um processo também contra ele por danos morais. Porque ele me tirou até isso. Hoje é difícil, quem quer dar um emprego para uma ex-primeira-dama? Qual foi o trabalho que fiz? Trabalhei na LBA e, durante algum tempo, na Organização Arnon de Mello. Então, abri mão”.

“Confisco” de joia
“Quero aquilo que é meu de direito. Não é só a questão das joias. Elas são um detalhe, porque são minhas, são presentes que ganhei e estavam na casa de São Paulo. Quando ele mandou minhas roupas, eu disse que minha vida com ele se resumiu a 101 caixas, porque ele pegou as minhas roupas de Brasília, de São Paulo e de Miami e colocou em 101 caixas e mandou entregar aqui na minha casa de Maceió. E não mandou as joias, confiscou. Tenho fotografias de tudo. Está tudo isso na Justiça e espero que, realmente, ele me devolva”.

Malas Louis Vuitto
“Quando a gente viajava, ele comprava malas Louis Vuitton e colocava as iniciais, as minhas letras RCM, Rosane Collor de Mello, e as dele também, FCM. Um belo dia, acordei e a minha empregada disse: “Olha, o dr. Fernando mandou o motorista dele vir aqui e levou todas as malas”. Eu falei: “Que malas?”. “Levou as malas Louis Vuitton que tinham as iniciais”. As malas comuns, ele deixou todas, mas as malas com as letras ele levou absolutamente todas. Achei tão miúdo, tão pequeno, uma pobreza de espírito tão grande”.

Quem é Collor
“Uma incógnita, não o conheço. Passamos por situações lindas e maravilhosas, mas também por problemas difíceis. Nunca acreditei que ele pudesse fazer a metade do que tem feito. Ele nunca me explicou o porquê dessa vingança. Não é na destruição que você consegue algo nessa vida. Então, acho que, em memória de tudo que vivemos, espero que ele faça Justiça e me devolva aquilo que é meu de direito”.

Constrangimento
“O que ele me deve, não vai poder pagar nunca. Ele pode pagar com bens materiais, porque isso é um direito que vou buscar até conseguir. Agora, pagar o que ele me deve, é difícil. Porque o que eu passei, o constrangimento, só a mão de Deus mesmo”.

Decepção com o “homem
“Eu não me decepcionei com o Collor, eu me decepcionei com o Fernando, meu marido, com a pessoa com quem vivi durante 22 anos. Essa pessoa que está aí hoje, eu não conheço. Ou, talvez, como meu analista falou, acreditei que ele pudesse fazer com as outras pessoas, mas que seria incapaz de fazer comigo, por tudo que passamos. Então, me decepcionei com o homem. E muito”.

Morte da mãe
“No momento em que mais precisei dele (na morte da mãe, em 2004), ele não estava comigo. Não me esqueço de quando disse a ele: “Não estou bem, estou precisando de você. Ele falou: “Não estou nem me aguentando, imagine ajudar os outros”.

Não votou em Collor
“Jamais poderia votar. Até o momento em que estávamos casados, aí, claro, eu sigo a Bíblia. Jesus disse que, quando a gente casa, a gente é um só espírito, uma só carne. Mas, a partir do momento em que houve a separação, houve traição, ele construiu sua vida com uma outra pessoa, não posso votar em

uma pessoa que não admiro. Como é que posso chegar e depositar o meu voto numa urna numa pessoa em quem não acredito, numa pessoa que não foi correta comigo? Se uma pessoa com quem viveu 22 anos ele foi injusto, como é que ele pode ser justo com uma nação? Então, jamais votaria nele”.

Candidatura em 2010
“Olha, as pessoas já me lançaram, colocaram outdoor. Agora, me filiei ao Partido Verde. Meu ex-namorado Alder Flores (advogado), que namorei um ano e pouco, me convidou. Vamos ver, tô deixando porta aberta, posso me candidatar ou não”.

Ponto de interrogação
“A minha vida está um ponto de interrogação. Eu luto para que possa encontrar uma pessoa e possa reconstruir a minha vida. Mas sou determinada, acredito que Deus vai restituir tudo aquilo que me foi roubado”.

Bens acumulados
“Muitas coisas, ele (Collor) conseguiu porque era empresário. Muitas coisas conseguimos também com o trabalho dele. Ele foi deputado federal, governador, presidente da República. Não acredito que os bens que conseguiu foram fruto da corrupção. Até porque ele foi inocentado. O Supremo Tribunal Federal o inocentou. Eu não estou aqui para julgá-lo. A Justiça que julgue se ele é inocente ou culpado. Ele foi inocentado, como eu também”.

Quatro advogados
“Acredito que a Justiça de Deus nem tarda nem falha, mas espero que a Justiça aqui da terra seja feita. E que não fique velhinha, esperando aquilo que é meu. Pelo processo já passaram quatro advogados e quatro juízes. Meu advogado está levantando bens e salários (de Collor)”.

Eleição de 1989
“No começo, nem mesmo nós acreditávamos. Mas, depois, quando a gente começou a percorrer o Brasil e a ver a campanha crescendo…

No segundo turno, a gente começou a ter certeza de que seria ele, porque a pesquisa mostrou que o Fernando realmente tinha se saído melhor do que o Lula no debate na TV”.

Primeira-dama
“As pessoas exigiam que eu fosse perfeita em tudo. Tinha que estar bem vestida, alegre e feliz. Não se preocupavam que não era fácil, tinha 26 anos e obrigações muito fortes, convivia com pessoas mais velhas”.

A saída da Presidência
“O Fernando era muito jovem, tinha 40 anos.Foi eleito pelo PRN, um partido pequeno, e não se preocupou em ter um partido forte, que desse sustentação a ele. Acho que ele não merecia o impeachment. Seria a última pessoa que poderia estar aqui defendendo o Fernando, mas sou justa. Não acho que ele foi um bom político, mas acho que teve medidas boas”.

Renan e Collor
“O Renan apoiou o Fernando para a Presidência. Depois romperam e, agora, estão juntos. Aliás, estão todos juntos. Na política, não me surpreendo com mais nada, idealismo não existe”.

Escândalos na LBA
“Acho que cometi um erro quando assumi a LBA. Eu poderia ter colocado uma pessoa que fizesse tudo aquilo que eu queria, só que eu não assinaria nada. Então, não teria tido problemas. Tive problemas, mas, graças a Deus, fui inocentada. Até o meu salário como presidente da LBA eu doava para entidades carentes. E a prova é que não tenho nada em meu nome”.

Poder e mordomia
“O poder enlouquece as pessoas, mas venho de uma família de políticos. Sempre procurei e pedi a Deus que o poder não subisse à minha cabeça, porque ele é efêmero. Imagina uma menina de 26 anos, primeira-dama do país, viajando pelo mundo, sentada ao lado

da princesa Diana… Então, essas coisas fazem com que você se deslumbre um pouco e as facilidades também. O que você sonha, está ali. Num estalar de dedos, tem tudo. Você chega nos melhores hotéis, com tudo à disposição, é uma mordomia muito grande”.

Votação na Câmara
“O dia da votação do impeachment (29 de setembro de 1992) foi o pior, antes da renúncia. Foi um pesadelo aquela noite. Ele me ligava de minuto em minuto, mais um voto contra, mais um voto contra… e de pessoas que haviam estado com a gente na véspera e que diziam estar a favor dele”.

Trabalhos espirituais
“Havia rituais lá na Casa da Dinda (onde Rosane e Collor moravam, em Brasília, durante o período em que ele era presidente da República). Era para abrir caminho, aquelas coisas. As pessoas mandavam coisas ruins e ele mandava de volta. Ele acreditava nisso. Tinha, tinha animais (sacrifício de animais)”.

Reforma no apartamento
“Ele estava reformando um apartamento que era nosso, aqui em Maceió, e aí aconteceu de se interessar (pela arquiteta Caroline Medeiros)… Se ele não estava mais feliz e queria a separação, que dissesse: “Rosane, encontrei outra pessoa, quero viver com ela. Agora, está aqui, o que é nosso, vamos dividir”. Deveria ser um homem de verdade, o que acho que ele não é…”

PC Farias
“Tínhamos relacionamento, sim (com PC, foto). Nunca viajamos juntos, mas fomos ao Sambódromo, ele dançou tango lá. Ia à casa da Dinda, tomava café da manhã. Mas nunca soube que era ele quem pagava as contas.Tanto que tomei um susto quando ele disse: “Madame está gastando muito”. Achava até que Fernando é quem depositava (dinheiro), que a secretária dele, Ana Acioli, era quem colocava na minha conta. De onde vinha (o dinheiro), não ia perguntar, nunca perguntei”.

Apenas um encontro
“Eu e Fernando nunca mais trocamos uma palavra. Eu o vi só uma vez, aqui em Maceió, mas não nos falamos. Fiquei em estado de choque. O que estou brigando é o que acredito que é justo. Foi um patrimônio que nós construímos. O que ele me deve, não vai poder pagar nunca. Fernando, por favor, foram 22 anos que a gente viveu juntos, faço apelo: venha conversar comigo”.

Briga de irmãos
“Existia disputa, econômica também, entre os dois (Fernando e Pedro Collor, foto). Achava que a briga deles era só sobre o jornal, porque PC queria lançar “A Tribuna” e o Pedro não queria. Eu dizia que o Pedro estava doido de dizer que o jornal era do Fernando, mas, depois, descobri que era dele. Eles nunca se deram bem, a família (Collor) toda é desestruturada, vivia brigando. Fernando não foi ao enterro dele (Pedro), nem no da mãe (Leda). Não sei se Fernando perdoou o Pedro”.

Inimigas até hoje
“A Thereza Collor (foto) criou essa história de que em vez de eu falar estola de pele, falei pistola. Isso é mentira. Não me dou com ela. Ela me fez muito mal. Nunca tivemos relação boa, mas me dou bem com os filhos dela…. Ela não permitiu que Fernando e Pedro se vissem quando o marido estava morrendo”.

Algumas da pessoas citadas:

Paulo César Farias – Ele foi tesoureiro da campanha de Collor para o governo de Alagoas e, depois, para a Presidência da República. O esquema PC teria movimentado 1 bilhão de dólares. Ele foi preso em Bangcoc, na Tailândia, cumpriu pena e, no dia 23 de junho de 1996, foi assassinado em Alagoas. Em 2006, a família Farias atuou na campanha de Collor para o Senado Federal.

Pedro Collor – Ele denunciou o esquema PC e o próprio irmão, Fernando Collor. Suas declarações abriram caminho para o primeiro processo de impeachment da história política brasileira, em 1992.

Em dezembro de 1994, morreu de câncer no cérebro, num hospital em Nova York, nos Estados Unidos.

Thereza Collor – Quase dez anos depois de tornar-se conhecida como a musa do impeachment, a mulher de Pedro Collor e filha do empresário alagoano João Lyra (aliado de Collor) casou-se, em 2001, com o empresário carioca Gustavo Halbreich. Antes, namorou Paulo Henrique Cardoso, filho do ex-presidente FHC.

Renan Calheiros – Quando Collor era prefeito de Maceió, o então deputado estadual o chamava de “príncipe herdeiro da corrupção”. Ele defendeu o impeachment. Agora, Renan e Collor estão juntos, na defesa do presidente do Senado, José Sarney, e nas eleições do ano que vem em Alagoas.

Ana Paula Araripe – Extra

Fonte: G1.com.br

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Pauta das principais notícias da AFP


RIO DE JANEIRO, Brasil, 24 Out 2009 (AFP) – RIO DE JANEIRO, Brasil, 24 Out 2009 (AFP) –

— PRINCIPAIS NOTÍCIAS MUNDIAIS —

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PESHAWAR, Paquistão:

Paquistão tem primeira vitória em ofensiva ao retomar reduto de líder talibã

As forças militares paquistanesas conquistaram na madrugada deste sábado a primeira grande vitória na ofensiva contra os extremistas no Waziristão do Sul, ao tomar o povoado de Kotkai, reduto do líder dos talibãs do Paquistão, Hakimullah Mehsud.

(Paquistão-Conflito-Militar,Nota, já transmitida)

WASHINGTON, EUA:

Obama declara emergência nacional por gripe suína

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou emergência de saúde nacional pela gripe H1N1, depois do país registrar milhões de casos da doença e mais de 1.000 mortes, anunciou a Casa Branca.

(EUA-Gripe, acompanhamento)

CABUL, Afeganistão:

Talibãs convocam boicote ao segundo turno no Afeganistão

Os talibãs defenderam neste sábado o boicote ao segundo turno da eleição presidencial afegã, no dia 7 de novembro, ao pedir a todos os “mujahedines” ataques ao “processo americano”.

(Afeganistão-Eleições,Nota, já transmitida)

BERLIM, Alemanha:

Novo governo de Merkel promete 24 bilhões de euros a menos de impostos

A chanceler alemã Angela Merkel e seus novos aliados liberais apresentaram neste sábado o programa de governo, com a promessa de 24 bilhões de euros de redução de impostos, apesar do déficit orçamentário, agravado pela pior crise econômica em 50 anos.

(Alemanha-Política-Governo,Nota, já transmitida)

=(FOTOS)=

MONTEVIDÉU, Uruguai:

Esquerda é a favorita nas eleições gerais do Uruguai

O Uruguai realiza neste domingo eleições presidenciais e para renovar o Congresso, nas quais o aspirante da coalizão governista de esquerda Frente Ampla, o ex-guerrilheiro José “Pepe” Mujica aparece como favorito, embora pesquisas antecipem a possibilidade de um segundo turno com o ex-presidente liberal Luis Lacalle (1990-95).

(Uruguai-Eleições, já transmitida)

MONTEVIDÉU, Uruguai:

Tabaré Vázquez conclui mandato com 60% de popularidade

O primeiro presidente de esquerda do Uruguai, Tabaré Vázquez, tem mais de 60% de aprovação ao final de seu mandato, com um balanço favorável nas áreas econômica, social e militar, mas com uma política externa errática e um fracasso no campo da segurança.

(Uruguai-Eleições-Política,Análise, já transmitida)

MONTEVIDÉU, Uruguai:

José Mujica, o ex-guerrilheiro que quer se tornar presidente

José “Pepe” Mujica, dirigente histórico da guerrilha urbana Movimento de Libertação Nacional Tupamaros (MLN-T) é o favorito para vencer as eleições de 25 de outubro no Uruguai, como candidato da coalizão governista de esquerda Frente Ampla.

(Uruguai-Eleições,Prev-Perfil, já transmitida)

MONTEVIDÉU, Uruguai:

Lacalle tenta voltar à presidência no Uruguai em novo momento histórico

O veterano político Luis Lacalle, 68 anos, tentará mais uma vez se eleger presidente do Uruguai nas eleições de domingo, diante do desafio de suceder a um governo de esquerda bem sucedido nas esferas econômica e social, e da necessidade de apagar um passado neoliberal.

(Uruguai-Eleições,Prev-Perfil, já transmitida)

MONTEVIDÉU, Uruguai:

Pedro Bordaberry, uma renovação na tradicional política do Uruguai

Pedro Bordaberry, o candidato mais jovem à eleição presidencial uruguaia com 49 anos e filho do ex-ditador Juan Bordaberry (1973-1976), representa uma renovação do tradicional Partido Colorado e uma mudança de geração no Uruguai, com projetos pragmáticos.

(Uruguai-Eleições,Prev-Perfil, já transmitida)

– ESPORTE –

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Fbl-Europa:

Resultados e comentários dos principais campeonatos de futebol da Europa.

LAGOS, Nigéria:

Fonte: uol.com.br

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Bolsas dos EUA fecham em baixa por influência de balanços de empresas


As bolsas de Nova York fecharam o último pregão da semana em queda, em dia marcado por balanços corporativos e dados controversos sobre o ritmo de recuperação econômica nesta sexta-feira (23). Analistas também comentam que a correção se faz necessária após dias consecutivos de ganhos.

O índice Dow Jones, referência em Nova York, caiu 1,08%, para 9.972 pontos. O Standard & Poor´s fechou aos 1.079 pontos, com baixa de 1,22%. O Nasdaq foi o que menos sofreu no dia, mas teve baixa de 0,50%, para 2.154 pontos.

No setor industrial, as ações da Burlington Northern Santa Fé recuaram 6,50% (US$ 79,12) após resultados abaixo do previsto pelo mercado. A empresa ferroviária espera ter lucro de US$ 1,20 por ação no quarto trimestre, abaixo dos US$ 1,36 estimados por analistas.

O movimento arrastou outras empresas de transporte como a Union Pacific, cujos papéis cederam 5,28% (US$ 57,89). Esse tipo de informação é considerada crítica, pois o setor ferroviário é um sinalizador de atividade do país.

A queda dos preços do petróleo justificou uma baixa importante em papéis de petroleiras como a Exxon Mobil, que teve queda de 1,17% (US$ 73,57) em suas ações, e Chevron, que terminou com baixa de 0,79% (US$ 76,68). Os investidores não consideraram as notícias positivas do ponto de vista econômico, como a revenda de imóveis residenciais nos Estados Unidos, que saltou 9,4% em setembro, para o nível mais alto em dois anos.

Fed Ao mesmo tempo, os investidores avaliaram a pressão do governo e do Federal Reserve (banco central dos Estados Unidos) para que o mercado financeiro venha a adotar alguns controles de segurança. Nesta sexta, o presidente do Federal Reserve (Fed), Ben Bernanke, pressionou o Congresso para aprovar uma legislação que dê às autoridades reguladoras mais poder para conter uma crise financeira. 

Quem ganhou Pelo lado positivo, as ações da Microsoft e da Amazon.com se destacaram, com balanços trimestrais melhores do que o esperado pelo mercado. As ações da Amazon ganharam 26,80% (US$ 118,49) e as da Microsoft fecharam com alta de 5,38% (US$ 28,02).

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Fonte: G1.com.br

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